Anime-se!

O mais novo protagonista. foto: divulgação Disney

O mais novo protagonista. imagem: divulgação Disney

Aqui, uma vacininha para libertar você do mau-humor neste feriadão: as animações que estreiam no cinema, ou que vão estrear. A boa de amanhã é que entra em cartaz o Carros 2. A história do Relâmpago Mc Queen, que foi sucesso da Pixar (pra variar só um pouco) no número 1, promete mais risadas e animação de qualidade neste segundo filme.

A promessa é que, agora, o Mate – um guincho velho que vira o melhor amigo do protagonista, um carro de corrida de sucesso – ganhe o papel principal, voando baixo e deixando o melhor amigo pra trás, nas pistas.

Além de ser uma animação incrível, o Carros 1 fala sobre a história do desmonte e abandono da Route 66, cenário de filmes de temática rock’n roll e estrada, como Sem Destino (1969) e do alemão Bagdad Cafe. Além disso, foi na Rota 66 que foram abertos o primeiro motel e o primeiro Mc Donald’s do mundo.

E já rouba a atenção de quem gosta dessa adorável animação o trailler do filme. Recomendo o trailler e o filme desde já, mesmo sem ter visto.

A outra boa surpresa desta primeira metade do ano, no mundo da animação cinematográfica, é o anúncio da produção de Gato de Botas:

Sim, você não precisou nem assistir ao trailer pra já sacar: é o gato de botas do Shrek. Com certeza, ele foi um dos coadjuvantes mais queridos da animação para cinema até hoje… E, vale lembrar, quem dá voz ao mimoso é Antonio Banderas.

Aliás, o Matte, também coadjuvante, é o cara. E, mesmo que ele não tenha (ainda) um filme pra chamar de dele – e nem tenha a voz do Antonio Banderas, hehe – é bom demais que seja ele o mais aparecido da nova animação da Pixar.

Carpinejar em (muito mais que) 140 caracteres

Paulo Palavra e Carpinejar. foto: Priscila Mesquita

Paulo Palavra

Ontem à noite fui ver o Fabrício Carpinejar no projeto escritores Brasileiros do CCBB. O projeto é aquele mesmo em que fui ver a Martha Medeiros no ano passado. Basicamente, é um projeto que estimula a leitura por meio de palestras em que um ator convidado interpreta trechos de textos de um grande escritor da literatura brasileira da atualidade. Ontem, a Bidô Galvão, atriz brasiliense, foi quem interpretou os escritos do Carpinejar.
 
O Carpinejar é um gaúcho que já tem 16 livros, é colunista do Jornal Zero Hora, e cronista de mão cheia que vive tendo seus textos publicados por aí no site Vida Breve, n’O Globo e nas revistas VIP, Cláudia e Bravo!, entre outras. Ah, ele também é professor universitário. E segundo minha irmã, que me acompanhou ontem, ele é uma mistura de Quico – aquele do Chaves – com o Thunderbird – aquele ex-vj da MTV.
 
Ainda que tenha todo esse mercado de publicações, é notório que Fabrício Carpi Nejar  (que é o real nome dele), ganhou força, corpo e MAIS nome depois de criar sua conta no Twitter, onde tem mais de 100 mil seguidores e foi considerado, recentemente, uma das personalidades mais influentes da internet, segundo a Revista Época. Seu blog tem mais de 1 milhão e meio de visitas. -Continue Carpinejando…->

Eles vem mesmo. Mesmo!

imagem: foofightersbr.com

Desculpe a insistência, mas 2011 realmente está sendo um ano bom. Lembra que eu escrevi, dias atrás, que a melhor banda de todos os tempos da última semana, o Foo Fighters, alcançou de forma inédita o primeiro lugar na Billboard? Pois é, agora recebo a seguinte notícia: O Foo Fighters vem ai mesmo. Mesmo!

Esse recado, na verdade, já tem 10 dias. O produtor Gabriel Simas, mais conhecido como Gabe, escreveu essas palavras no Twitter dele, em 18 de fevereiro. Porém, agora, o rumor parece ganhar corpo.

A revista especializada Cifras publicou, hoje, que o Destak Jornal afirma que as negociações com a banda de Dave Grohl já estão praticamente acertadas. Vai ser em novembro, provavelmente na segunda edição do festival SWU, ou em dois shows exclusivos da novíssima turnê Wasting Light.

Os rumores anteriores davam conta de que o Foo faria shows em estádios de Sampa, do Rio e de Porto Alegre. O que eu tenho com isso? Eu tenho que estava em dúvida se iria ou não ao Rock in Rio – o que sacrificaria seis dias de minhas férias fora do Brasil. Agora, já posso dar adeus ao festival, de forma tranquila.

Se 2011 for mesmo o ano da volta do Foo ao Brasil, será um retorno após 10 anos – a última apresentação deles foi, justamente, no Rock in Rio 2001.

Desonerar Cds: um desafio

foto: Diogo Madeira, no Flickr

Akemi Nitahara

Na terceira matéria que discute os rumos da indústria fonográfica, vamos conhecer um mecanismo que pode baixar o preço da música no Brasil: a PEC da música.

A venda de Cds no Brasil caiu 70 % nos últimos 10 anos. Um dos motivos é o fato de as pessoas acessarrem cada vez mais a música pela internet, como faz o jovem Kiaro Trindade.

“É muito caro, você dar R$20, 30, num CD, e você gosta de outra banda, aí vai mais 20, 30 reais. Então é complicado, na minha opinião, a pessoa vai lá e acaba baixando, pagando lá dois, três reais numa música, ou mesmo consegue até de graça, na internet, ouvindo ali, pelo site deles”, diz. Continuar lendo

Música e internet, parceria eterna

foto: leandro marco, no Flickr

ESPECIAL// Nesta segunda reportagem do especial sobre o futuro da indústria fonográfica, conheça iniciativas de sucesso entre música e internet.

Akemi Nitahara

CD não é mais sinônimo de lançamento musical. Na internet, existem muitas opções de se ouvir o que quer: seja fazendo downloads em redes de relacionamento, em sites dos próprios artistas ou de gravadoras que disponibilizam o produto musical gratuitamente ou pago. Também há a possibilidade de ouvir sem poder baixar para a sua máquina.

Muitas idéias surgem para facilitar o acesso do fã à música. “Conceitualmente a gente tá ligado às coisas do nosso tempo, a gente sempre olhou a internet como fonte de divulgação e de expansão, abrimos o site da Trama Virtual, deu certo, aí abrimos o Álbum Virtual, deu certo, aí fizemos um outro projeto antes de tudo que era você montar o seu CD em casa, escolher a capa e três dias depois a gente entregava na casa das pessoas, funcionava, mas tinha um número muito baixo. A gente tem iniciativas, algumas dão certo, outras dão errado, a gente não tem nenhum problema com isso. É experimentar”, explica o presidente da gravadora Trama, João Marcelo Bôscoli.

No caso do projeto Álbum Virtual, da Trama, o artista é remunerado pelo trabalho, através de patrocínio. “Se ele ganhar um real por disco, ele vai estar ganhando um milhão de vezes mais do que ele ganhava, que é zero. Antes não ganhava nada, nada, nada. Agora tem artistas que ganham 8, 10, 25 mil reais com um disco”, avalia. -E tem outras iniciativas, leia mais…