Porão do Rock se reinventa para edição 2019

Boa dica para se preparar para a edição de agosto – que já tascou ingressos para venda – é ler o livro que conta a(s) história(s) do festival mais longevo de Brasília Em 21 anos de existência, você pode imaginar a quantidade de histórias que o Porão do Rock guarda nos bastidores? De festival independente na Concha Acústica a um dos maiores do gênero na América Latina, da função … Continuar lendo Porão do Rock se reinventa para edição 2019

foto: jimmymac333, no Flickr

Faroeste Caboclo tem pré-estreia hoje em Brasília. E eu já fui…

É difícil ouvir Faroeste Caboclo, hit da Legião Urbana lançado em 1987 e hino de toda uma geração que cresceu nos anos 80 e 90, e não fazer o automático exercício de projeção mental de um filme com a saga de João de Santo Cristo. A partir de agora, porém, difícil será ouvir Maria Lúcia e não lembrar de Ísis Valverde. De Jeremias, o rival … Continuar lendo Faroeste Caboclo tem pré-estreia hoje em Brasília. E eu já fui…

Deu branco nas políticas culturais

Jaqueline Fernandes é produtora cultural e mantém, em Brasília, a Griô Produções. Além disso, é militante das causas negra e das mulheres. Hoje, é dela esse espaço. Ela publicou o texto a seguir em sua página do Facebook, e estou reproduzindo, com a devida autorização, para que partilhemos mais de suas reflexões sobre política cultural. Abre edital. Para saber, geralmente, tem que fazer parte um … Continuar lendo Deu branco nas políticas culturais

Alguém lucrou com a morte de Amy

Em 4 de janeiro de 2008, a Folha de S. Paulo noticiou a existência de um bolão virtual em que um dos apostadores deveria acertar a data da morte de Amy Winehouse. O dia foi ontem, 23 de julho de 2011, quando a Polícia britânica a encontrou morta em casa, sem causa mortis conhecida ainda. Lembra a BBC Brasil que “a polícia não confirmou imediatamente … Continuar lendo Alguém lucrou com a morte de Amy

Sérgio Maggio em três atos

Primeiro ato. Liberdade, o bairro mais negro da América do Sul, Salvador, Bahia. Aos 15 anos, ele se matricula na Escola Técnica Federal e lá, tem aula de Literatura e Língua Nacional com a professora Cecília – uma carrasca que, diziam as “línguas de matildes”, havia reprovado a própria filha. Dela, ganha a missão de adaptar uma crônica para o teatro. Ele jamais havia ido … Continuar lendo Sérgio Maggio em três atos

Mafalda Beatles e outras estéticas

O texto de hoje não vai ter nada a ver com a agenda cultural da cidade. Sorry. Recebi pelo twitter do Henrique Fróes, um amigo que foi meu professor, um excelente artigo de Alcir Pécora que questiona o papel da literatura contemporânea e, mais do que isso, a classifica sofredora de um vírus de irrelevância. O texto meu deixou com várias pulgas atrás da orelha … Continuar lendo Mafalda Beatles e outras estéticas

Dylan’s day e Djobi/Djobá

Like a Rolling Stone é a música mais influente do mundo, de acordo com a crítica especializada da revista Rolling Stone norte-americana. O compositor e intérprete é Bob Dylan, que hoje faz 70 anos. Yes, Dylan, you can sing: No aniversário de 70 anos, rumores dão conta de mais uma vinda de Dylan ao Brasil, para a segunda edição do SWU, em Itu, em outubro. … Continuar lendo Dylan’s day e Djobi/Djobá

Viagem psicodélica

Ela apareceu no início da Asa Norte... (foto minha)

Num determinado momento da história, uma grande quantidade de jovens quis se libertar de tudo o que já estava pré-estabelecido – o sistema – e salvar o mundo. Hunter S. Thompson, jornalista norte-americano, foi um deles.

Contratado pela Rolling Stone (revista porta-voz da contracultura nos EUA) nos anos 60 e 70, ele narrava essas viagens, em seu jornalismo gonzo (em que não há barreira entre narrador e personagens). Posteriormente, seus textos mostrariam as consequências devastadoras sobre a juventude de São Francisco – local que ficou popular pelo consumo insano e frenético da droga.

O que restou dessa época? Um imenso legado no que diz respeito à cultura. Literatura e música, em especial. E obras de arte, como essa kombi.

Como numa viagem a 1969 – ou ao desenho do Scooby Doo -, essa kombi parou em frente ao meu trabalho, ontem à tarde, e eu fui lá fotografar. Continuar lendo “Viagem psicodélica”

Autores e direitos

imagem: paulicasantos (é CC!)

Enfim. Tudo começou quando a Ana de Hollanda, atual ministra da Cultura, chegou chegando e mandou retirar o selo do Creative Commons do site do ministério. Creative Commons é uma licença (dentro dos direitos autorais) que permite ao autor escolher como ele quer compartilhar sua obra. Este blog, por exemplo, permite reprodução, desde que citada a fonte.

Voltando à Hollanda, melhor, à Ana de. Foi um escarcéu, ativistas do CC berraram, até que se esclareceu: o ministério ainda permite a reprodução, desde que citada a fonte. Daí que veio a segunda medida: vamos rever essa história aí de “reforma da Lei de Direitos Autorais”. Outro escarcéu. -E muito blablablá, leia!->

Financie (cultura) você mesmo

foto: divulgação - grupo Laugi

Precisam escritores serem assalariados de um grande grupo de comunicação ou contratados de uma editora para serem consumidos por seus leitores? O questionamento é do Gabito Nunes, escritor expoente de uma safra literária que surge a partir da internet. Autor do blog Caras como Eu e do livro A manhã seguinte sempre chega, o que Gabito propõe ao leitor dele é uma releitura do mecenato.

Ao publicar os textos dele na internet – onde começou a carreira literária escrevendo “romances em conteúdo expresso” – ele propõe ao leitor: “se gostou, pague-me um café”, abrindo um canal do PagSeguro e o público fica livre para pagar se quiser, o quanto quiser. Lançado recentemente, “A manhã seguinte sempre chega” é vendido no mesmo esquema.

Este é só um exemplo de atitude que pipoca na internet a todo tempo para dar alternativas plausíveis aos métodos tradicionais de financiamento da cultura. -Continue lendo

Fonte: site oficial do Foo Fighters

Pra quem não sente sono

Morillo Carvalho

Pra quem é como eu, insône de plantão (tenho até um blog, o Madruga Insône, que escreveria, a princípio apenas nas minhas insônias), a pedida é Foo Fighters. É, pelo menos o que promete Dave Grohl, o frontman da banda, para o novo disco dos caras. Continuar lendo “Pra quem não sente sono”