Festival do prazer (à mesa!)

Duo Cacahuá, do Cacahuá, na 207 Sul / Foto: Divulgação

Ana Luiza Zenker

Hummmm… gostoso…! Ingredientes selecionados, pratos feitos no capricho, apresentação impecável. Ah, confessa… você também gosta de comer bem, né? Um almoço ou jantar fora de casa, só pra variar o cardápio…

É para os que adoram apreciar as invencionices dos chefs da Capital que fica a dica: começa na próxima quarta-feira, dia 14, o Festival Sabor Brasil – Brasília, organizado todo ano pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).

O cardápio é de dar água na boca. Muito peixe e filé mignon, mesmo nos pratos mais em conta. Algumas pizzas com recheios inusitados. Temperos japoneses, peruanos, chineses e mexicanos. Pratos acompanhados de sobremesa. Pratos pra um, pra dois e até pra oito (ok, ok… é petisco). -E os valores, então? Só continuando a ler para saber…

Salada não é só alface!

Marcella acaba de chegar ao Drops, inaugurando uma nova categoria: os Macrobióticos. Não, não falaremos neste espaço de comida natureba (necessariamente), mas sobre a idéia da cura (do tédio, do ócio, do mal humor…) pelos alimentos. Delicie-se!

Porque alface é comida de tartaruga... foto: Portal Araxá.

Marcella Oliveira

Definitivamente, dieta e eventos sociais não combinam. As coisas poderiam ser mais fáceis para quem quer eliminar (perder não! Quem perde, acha) uns quilinhos, mas os restaurantes de Brasília não colaboram.

Comecei minha dieta há um mês e, desde então, minhas saídas são mais tortura do que divertimento. Já fui em creperia, pizzaria, restaurantes italianos… Enquanto meus companheiros saboreavam deliciosos crepes com filé, pizzas portuguesas ou um nhoques à bolonhesa, eu pedi a salada do cardápio.

Normalmente, os restaurantes têm apenas um ou dois tipos de salada e acham que colocar alface e tomate, sem tempero nenhum, já é uma salada. Acho um absurdo chamarem aquilo de salada e ainda cobrarem cerca de R$ 20. Ah gente, alguém fala pra eles que não somos vacas, que as saladas precisam ser incrementadas, senão não há quem agüente mais que um mês comendo isso.

Eis que sábado descobri uma exceção na cidade. Saí da minha casa, no Lago Norte, e fui até a 408 Sul, no famoso Unanimitá, do criativo Dudu Camargo. Não agüentava mais comer alface com tomate – nem em casa, nem na rua. E como sabia que lá é servida uma boa salada, andei os 14 km de onde moro até lá só para saborear algo gostoso e leve, pois meus últimos 25 dias tinham sido a base de alface + tomate. E recomendo.

A “salada do chef” de lá é divina. -Mas, para saber como é essa salada, você precisa continuar a ler…->