Confira as melhores charges e artes sobre desfile de tanques em Brasília

A Tanqueciata, que pretendia intimidar, serviu para expôr (mais) o país ao ridículo internacional, isolar (ainda mais) o já isolado inominável e fortalecer a arte como resistência às repressões, opressões e armas

Antes das charges, papo sério foi a prisão do artista Fabiano Leitão, o Trom Petista. Em seu ativismo, ele leva sua arma, o trompete, para tocar o Olê Olá (que o bom entendedor completa com Lula / Lula) em momentos políticos como o desfile de tanques de guerra de hoje. Como é sabido que o inominável é idolatrado pelos fardados dos estados e do DF, que dão pití ao menor sinal de contrariedade – o que expõe como são zero por cento comprometidos com democracia – eles partiram pra cima do Fabiano, o prenderam alegando “resistência à prisão” e amassaram seu trompete.

Prisão do TromPetista

Bom. Fabiano foi solto horas depois, e agora seu trompete amassado será emoldurado em sua casa. Quem quiser ajudá-lo a comprar outra ar… quer dizer, outro instrumento, taí os dados:

  • Chave Pix: CPF: 841.271.553-53 (Fabiano Leitão – Banco BRB)
  • Banco Itaú – Agência: 9383 – Conta Poupança: 17084-3 Titular: Fabiano e Silva Leitão – CPF: 841.271.553-53
  • Comprovantes pelo e-mail: taniamandarino@gmail.com
Brasil ou Myanmar?

Adriana Nunes é das melhores pessoas do Distrito Federal, quiçá do Brasil, e compõe a Cia de Comédia Melhores do Mundo. Copiando a professora que, belo dum dia, resolveu gravar um vídeo de coreografia lá em Myanmar no exato momento em que um golpe de Estado era dado (esta é a referência), lá foi Adriana, Welder Rodrigues e cia pra Praça dos Três Poderes, registrar a tentativa xoxa de demonstração de poderio bélico do homem que já ameaçou os Estados Unidos… com pólvora.

Chuva de charges

Uma melhor que a outra. Nas redes sociais, li gente dizendo que “ah, vivi a ditadura, isso não tem graça, não se deve minimizar o que foi essa tentativa de demonstração de poder que pode resultar num golpe”. Ocorre que desde que a comédia existe, é um dos mais eficientes intrumentos para satirizar poderosos. Então não tem ninguém minimizando, mas há muitos ridicularizando, porque… Foi ridículo mesmo. E, como disse o Paulo Gustavo, “rir é um ato de resistência”.

Clique para ver ampliada, e todas estão assinadas por seus artistas incríveis (tem até do Hélio De La Peña, que eu nem sabia que era chargista):

Arte do topo: Daniel Lafayette – @ultralafa03


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