Dia Internacional da Cerveja: cinco melhores músicas sobre a soberana das bebidas

Na lista tem a guitarrada do Félix Robatto, o pagode do Só Pra Contrariar, o sertanejo do Leandro e Leonardo, e tem Chico Science e Raul Seixas. De quebra ainda tem informações sobre produção artesanal de cerveja no DF e podcast, confira!

Primeiro, assista à reportagem que fiz hoje para a TV Brasil sobre a produção de cervejas artesanais no Distrito Federal. Tá legalzona, dá essa moral aê, por favor:

1 – Eu quero cerveja!

Félix Robatto fez a melhor música sobre cerveja de que tenho conhecimento. O barba faz sons paraenses, guitarrada com rock e lambada, e já vi uma galera dançando e curtindo esse som sem nunca ter ouvido antes, cantando tipo hino o refrão, porque quem não quer?

2 – Umazinha antes do almoço… hmmm…

SÁBIO era Chico Science quando dizia que uma cerveja antes do almoço é muito bom pra ficar pensando melhor… Se você curte cervejitas e já fez isso, sabe o valor. E enfim, hino é hino. A qualidade do vídeo tá meio ruim, mas não dá pra esperar muito de vídeos desse tempo. Tem bônus lá no fim desse texto, hein? Quanto ao vídeo, dá pra curtir, no entanto:

3 – Hoje é sexta-feira!

Quando era possível gostar de música sertaneja porque ela falava de temas mais amplos do que mera cornice e havia, praticamente, três duplas no mainstream, surgiu essa pérola que virou propaganda da Bavaria, então estreante no Brasil (my God) e sinônimo de sextou.

4 – Pra se afogar num copo de

O pagode tava começando a virar coqueluche nacional ali em 1993, quando vários grupos começaram a surgir. O melhor deles – ok, ao lado de Negritude Jr, Molejão e Art Popular – nasceu em Uberlândia (MG), com os irmãos Pires e mais meia dúzia de homi fazendo dancinha: o Só Pra Contrariar. Nessa época nem dancinha eles performavam ainda, aliás, deixa eu explicar isso pros zennials: nessa época não tinha internet ainda e artista fazia sucesso a partir da exposição em zilhões de programas de tv, de auditório, que variavam apenas o humor do apresentador (tinha os grandalhões tipo Faustão, Gugu e Bolinha; tinha os apelativos feito Ratinho e Gilberto Barros; tinha os metidos a jovens tipo Luciano Huck, Xuxa e Serginho Groismann). Nessa época, os programas davam aos instrumentistas das bandas uns instrumentos desplugados pra eles performarem fazendo playback e fingindo que estavam tocando. Só que cresceu a percepção de que aquilo era ridículo, então as bandas começaram a fazer coreografiazinhas. Enfim. Este foi o primeiro sucesso do SPC, cujo sax inicial faz estremecer os coraçõezitos:

5 – Rei é rei

Raulzito Seixas sabia o que dizia. Queria um lugar do caralho, onde a fórmula perfeita é: gente legal, pessoas afudê, loucas e super chapadas, que dê pra dançar e descabelar e que tenha… Cerveja barata! Ah, Raul… Já pensou o que você comporia caso estivesse vivo nessa pandemia?

Bônus do Chico Science e Nação Zumbi

Tem podcast Disco de Segunda sobre o clássico álbum em que consta a música “A Praieira”, do vídeo:

foto: Bruno Carachesti / Divulgação


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