Usina Luis Maluf é novo espaço de artes visuais em São Paulo

Espaço leva nome de jovem galerista que já tem pelo menos dois empreendimentos artísticos em São Paulo

“Luis Maluf é filho de quem”, “Luis Maluf biografia”, “Luis Maluf é filho de Paulo Maluf” são algumas das pesquisas relacionadas que o Google mostra quando pesquisa-se “quem é Luis Maluf”. Os resultados são inconclusos. É óbvio que a curiosidade surge quando lemos este sobrenome. Mas, bom, filho Luis não é: Flávio, Ligia, Lina e Otávio são os nomes dos herdeiros. Pode ser neto, sobrinho, primo de segundo grau, não importa: saberemos, pelo Google, apenas dados de sua trajetória profissional. O que é bem legal. Afinal, faria alguma diferença saber?

Galerista, ele é o dono da Luis Maluf Art Gallery, aberta em 2014 – e em 2018 entrou pra lista da Forbes Under 30. Também inaugurou a Luis Maluf Art Lab, no Beco do Batman, em 2016. Agora, abriu a Usina Luis Maluf na Barra Funda, bairro da região central de São Paulo reconhecido por provocar burburinho no assunto “artes”. O que diferencia este dos demais espaços que levam seu nome é que é uma residência artística, um galpão. A coordenação é de Carollina Lauriano, que é curadora e pesquisadora.

O projeto de residência da ULM nasce com a proposta de fomentar a produção artística do nosso país e oferecer ferramentas a esses artistas. Instalado na Barra Funda, região que vem se tornando um polo das artes plásticas, a ULM é uma verdadeira usina mesmo, um ambiente de experimentação, um espaço onde os artistas podem desenvolver novas ideias ou tirar projetos do papel com o acompanhamento crítico e construtivo da equipe múltipla que colabora para a residência”

Luis Maluf
Confira imagens do local:

Os primeiros artistas a residirem na Usina são Aline Bispo, Apolo Torres, Clara Benfatti, Edu Silva, Fábio Menino, Mariano Barone e Tatiane Freitas. Eles serão acompanhados por Carollina Lauriano por seis meses, bem como por uma equipe que envolve gente do mercado de arte.

A potência do programa está na troca não só com os pares, como também na construção coletiva e no contato com outros curadores e interlocutores”

Carollina Lauriano

Rola de ir lá visitar? A princípio, não. Mas, em breve, essa galera deve começar a expôr, por lá mesmo, e aí sim, vai rolar. Vida longa!

Fotos: Camila Rivereto


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