Elis, nossa maior roqueira

Elis, por Thuany Gabriela, no Flickr

Elis, por Thuany Gabriela, no Flickr

Viveu só três anos a mais do que os 33 – a idade que amaldiçoa e fulmina os roqueiros mais exemplares do roquenrôu way of life. Morreu de overdose de birita com cocaína. Se engajou politicamente, se filiou ao PT em 81 (bem no comecinho), berrou contra a ditadura e só não foi exilada porque era pop demais.

Cantou o hino da anistia.

Em sua obra, debochava e questionava sobre um sem número de temas, e talvez o seu maior sucesso seja a canção que fala sobre relacionamento entre pais e filhos. Só não cantava rock, porque todo o resto… Era rock puro. Um rock em forma de gente que nos deixava há exatos 30 anos.

“Choram Marias e Clarices… Chora a nossa pátria mãe gentil. Em busca de um sol maior, Elis Regina embarcou num brilhante trem azul, deixando conosco a eternidade de seu canto pelas coisas e pela gente de nossa terra. E uma imensa saudade”, são versos de uma agência de publicidade, na ocasião de sua morte, a 19 de janeiro de 1982. Não poderia haver anúncio mais verdadeiro.

Pra deitar e rolar em memória à maior cantora do país:

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