Em cartaz, Nana Caymmi

Nana e Gil em 1968. foto: divulgação

Brasília tinha apenas um ano, e ela, 20. E vivia na casa de gente que cantava. O pai cantava. Ela começou a cantar, e agora que completa 50 anos de carreira e 70 de idade, Nana Caymmi ganha justa homenagem: o filme Rio Sonata, que entrou em cartaz em Sampa e no Rio (uma pena, apenas no eixo e em apenas quatro salas) esta semana.

Trata-se de um documentário de Georges Gachot, cineasta suíço que já fez homenagem semelhante à Maria Bethânia, e que conta com a participação de Mart’nália, Gilberto Gil, Erasmo Carlos e vários outros nomes.

A primeira exibição de Rio Sonata foi na mostra O Brasil do Outro, no Festival de Cinema do Rio, no fim do ano passado. Foi no Cine Odeon, no centro do Rio – é impossível olhar de fora e não querer entrar nessa sala de cinema de rua, definida pelos mantenedores do mesmo como “palácio cinematográfico” – e a plateia encheu apenas metade dos lugares disponíveis. Ok, metade do Odeon significa 300 pessoas, mas…

Pelo visto, vamos ter que aguardar. Fica o registro da estreia dessa justa homenagem.

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