De repente: o reggae voltou!

Lá pelos idos de 1994, a Belo Horizonte de Beto Guedes, Milton Nascimento e Lô Borges começava a perceber que o som do clube da esquina não seria o som da década. O ritmo viria de longe, da Jamaica, mais especificamente. Mesmo o mais pacato, ficou indignado. De Araketu e Ilê Ayê à Mancha Azul torcedora do Cruzeiro. Todo mundo, indignado.

Era o Skank chegando com “Indignação” e dando o tom jamaicano ao nosso amado B’rock. Era a salvação do rock nacional de cara nova – àquela altura, Ultraje a Rigor, Plebe Rude e Ira! começavam, aos poucos, a desacreditar no bom e velho rock’n roll, já que os grandes sucessos do momento eram “Eu só penso em você”, com Zezé de Camargo e Luciano, e “Essa tal liberdade”, com Só pra Contrariar. Respectivamente, 5º e 8º lugar entre as mais tocadas no ano.

A geração 90 do B’rock teve no Skank um dos mais poderosos vendedores de hits. Indignação terminou 94 em 86º lugar nas paradas, mas a banda, naquele que era o seu segundo ano de atividade, já emplacava três sucessos na lista, dos quais eu lembro, tu lembras, nós lembramos. E bem: Esmola ficou em 56º lugar e É proibido fumar, em 75º.

Achou pouco? Pois bem, no ano seguinte, Pacato Cidadão ficou em 16º lugar entre as mais tocadas. E em 1996, o auge: Garota Nacional foi a primeiríssima da lista. De 1990 a 2000, apenas no último ano desse intervalo um artista de pop rock (?) nacional, Marisa Monte, conseguiu o feito – com a irritante Amor, I love you.

E o que todas essas músicas que eu citei têm em comum? Reggae. Ok, Garota Nacional é bem mais pop-rock do que reggae, mas vá lá. Quantas canções embalaram aquele meinho de década ao som do Skank mesmo? Então. “De Repente”, a batida está de volta.

O tecladista da banda, Henrique Portugal, conversou comigo no programa Mosaico, que apresento na Rádio Nacional da Amazônia, e definiu essa música como “uma mistura com as nossas próprias referências”. E disse que eles se permitiram “usar essa referência do início da carreira, que é uma coisa divertida, alegre. Muita gente fala que estava com saudades desse Skank que tocava reggae e fazia essa mistura”. Engrosso o caldo dessa gente, embora eu goste de todas as fases deles.

Nós batemos um papo sobre o novo projeto de produção colaborativa da banda, o Skankplay, que permite aos fãs participarem do clipe de “De Repente”. Mas isso é assunto para o próximo post.

Por hora, Henrique Portugal revelou que – embora no ano que vem a banda complete o 20º ano da gravação do primeiro disco – ainda há uma capital em que eles não foram. “A única capital brasileira que não tocamos até hoje foi Boa Vista. Tocamos em Macapá, tocamos em Porto Velho, estamos devendo esse show em Boa Vista. Quem sabe a gente realiza esse ano o sonho de tocar lá?”, afirmou Portugal.

Bom, I don’t know. But, na agenda deles, no site oficial da banda, nem dá pra saber quando é que eles aparecem nem por lá, nem cá por essa Brasília. Fica a dica pro Skank: se “De repente você voltou assim”, então “eu preciso mais, eu preciso” de mais shows.

De repente: o reggae voltou!

 

Lá pelos idos de 1994, a Belo Horizonte de Beto Guedes, Milton Nascimento e Lô Borges começava a perceber que o clube da esquina não seria o som da década. O ritmo viria de longe, da Jamaica, mais especificamente. Mesmo o mais pacato, ficou indignado. De Araketu e Ilê Ayê à Mancha Azul torcedora do Cruzeiro. Todo mundo, indignado.

 

Era o Skank chegando com Indignação e dando o tom jamaicano ao nosso amado B’rock. Era a salvação do rock nacional de cara nova – àquela altura, Ultraje a Rigor, Plebe Rude e Ira! começavam, aos poucos, a desacreditar no bom e velho rock’n roll, já que os grandes sucessos do momento eram “Eu só penso em você”, com Zezé de Camargo e Luciano, e “Essa tal liberdade”, com Só pra Contrariar. Respectivamente, 5º e 8º lugar entre as mais tocadas no ano.

 

A geração 90 do B’rock teve no Skank um dos mais poderosos vendedores de hits. Indignação terminou 94 em 86º lugar nas paradas, mas a banda, apenas no seu segundo ano de atividade, emplacava três sucessos na lista, dos quais eu lembro, tu lembras, nós lembramos. E bem: Esmola ficou em 56º lugar e É proibido fumar, em 75º.

 

Achou pouco? Pois bem, no ano seguinte, Pacato Cidadão ficou em 16º lugar entre as mais tocadas. E em 1996, o auge: Garota Nacional foi a primeiríssima da lista. De 1990 a 2000, apenas no último ano desse intervalo um artista de pop rock (?) nacional, Marisa Monte, conseguiu o feito – com a irritante Amor, I love you.

 

E o que todas essas músicas que eu citei têm em comum? Reggae. Ok, Garota Nacional é bem mais pop-rock do que reggae, mas vá lá. Quantas canções embalaram aquele meinho de década ao som do Skank mesmo? Então. “De Repente”, a batida está de volta.

 

O tecladista da banda, Henrique Portugal, conversou comigo no programa Mosaico, que apresento na Rádio Nacional da Amazônia, e definiu essa música como “uma mistura com as nossas próprias referências”. E disse que eles se permitiram “usar essa referência do início da carreira, que é uma coisa divertida, alegre. Muita gente fala que estava com saudades desse Skank que tocava reggae e fazia essa mistura”. Engrosso o caldo dessa gente, embora eu goste de todas as fases deles.

 

Nós batemos um papo sobre o novo projeto de produção colaborativa da banda, o Skankplay, que permite ao fã da banda participar do clipe de “De Repente”. Mas isso é assunto para o próximo post.

 

Por hora, Henrique Portugal revelou que – embora no ano que vem a banda complete o 20º ano da gravação do primeiro disco – ainda há uma capital em que eles não foram. “A única capital brasileira que não tocamos até hoje foi Boa Vista. Tocamos em Macapá, tocamos em Porto Velho, estamos devendo esse show em Boa Vista. Quem sabe a gente realiza esse ano o sonho de tocar lá?”, afirmou Portugal.

 

Bom, I don’t know. But, na agenda deles, no site oficial da banda, nem dá pra saber quando é que eles aparecem nem por lá, nem cá por essa Brasília. Fica a dica pro Skank: se “De repente você voltou assim”, então “eu preciso mais, eu preciso” de mais shows.

 

De repente: o reggae voltou!

Lá pelos idos de 1994, a Belo Horizonte de Beto Guedes, Milton Nascimento e Lô Borges começava a perceber que o clube da esquina não seria o som da década. O ritmo viria de longe, da Jamaica, mais especificamente. Mesmo o mais pacato, ficou indignado. De Araketu e Ilê Ayê à Mancha Azul torcedora do Cruzeiro. Todo mundo, indignado.

Era o Skank chegando com Indignação e dando o tom jamaicano ao nosso amado B’rock. Era a salvação do rock nacional de cara nova – àquela altura, Ultraje a Rigor, Plebe Rude e Ira! começavam, aos poucos, a desacreditar no bom e velho rock’n roll, já que os grandes sucessos do momento eram “Eu só penso em você”, com Zezé de Camargo e Luciano, e “Essa tal liberdade”, com Só pra Contrariar. Respectivamente, 5º e 8º lugar entre as mais tocadas no ano.

A geração 90 do B’rock teve no Skank um dos mais poderosos vendedores de hits. Indignação terminou 94 em 86º lugar nas paradas, mas a banda, apenas no seu segundo ano de atividade, emplacava três sucessos na lista, dos quais eu lembro, tu lembras, nós lembramos. E bem: Esmola ficou em 56º lugar e É proibido fumar, em 75º.

Achou pouco? Pois bem, no ano seguinte, Pacato Cidadão ficou em 16º lugar entre as mais tocadas. E em 1996, o auge: Garota Nacional foi a primeiríssima da lista. De 1990 a 2000, apenas no último ano desse intervalo um artista de pop rock (?) nacional, Marisa Monte, conseguiu o feito – com a irritante Amor, I love you.

E o que todas essas músicas que eu citei têm em comum? Reggae. Ok, Garota Nacional é bem mais pop-rock do que reggae, mas vá lá. Quantas canções embalaram aquele meinho de década ao som do Skank mesmo? Então. “De Repente”, a batida está de volta.

O tecladista da banda, Henrique Portugal, conversou comigo no programa Mosaico, que apresento na Rádio Nacional da Amazônia, e definiu essa música como “uma mistura com as nossas próprias referências”. E disse que eles se permitiram “usar essa referência do início da carreira, que é uma coisa divertida, alegre. Muita gente fala que estava com saudades desse Skank que tocava reggae e fazia essa mistura”. Engrosso o caldo dessa gente, embora eu goste de todas as fases deles.

Nós batemos um papo sobre o novo projeto de produção colaborativa da banda, o Skankplay, que permite ao fã da banda participar do clipe de “De Repente”. Mas isso é assunto para o próximo post.

Por hora, Henrique Portugal revelou que – embora no ano que vem a banda complete o 20º ano da gravação do primeiro disco – ainda há uma capital em que eles não foram. “A única capital brasileira que não tocamos até hoje foi Boa Vista. Tocamos em Macapá, tocamos em Porto Velho, estamos devendo esse show em Boa Vista. Quem sabe a gente realiza esse ano o sonho de tocar lá?”, afirmou Portugal.

Bom, I don’t know. But, na agenda deles, no site oficial da banda, nem dá pra saber quando é que eles aparecem nem por lá, nem cá por essa Brasília. Fica a dica pro Skank: se “De repente você voltou assim”, então “eu preciso mais, eu preciso” de mais shows.

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