De volta…

Fui, sumi, mas voltei. E por tempo indeterminado… E mesmo com delay de três semanas – em que estávamos planejando a nossa volta aos trabalhos aqui no Drops, o assunto é carnaval.

Camila Coelho

Como diria Luiz Melodia: “Carnaval, carnaval, carnaval. Eu fico triste quando chega o carnaval”. Tenho que discordar, é obvio!  A maior festa brasileira não poderia passar em branco neste espaço.

Sensação térmica: 50°C. A “cidade maravilhosa” fervendo, literalmente. Gente de todos os lugares. Gente bonita só em alguns: Leblon e Gávea. Desde os gaúchos (mas bah!), até os gringos puderam conferir e arriscar dançar as marchicas clássicas nos bloquinhos de rua. Entretanto, nem os gaúchos e nem os gringos tinham o samba no pé. Sem ofensas, mas poucos sabem diferenciar um Rebolation (Parangolé) do Do Leme ao Pontal (Tim Maia), ao som do Monobloco. Mas isso pouco importa, legal é ver a mistura bacana que resta com o encontro de culturas.

Não fui ao Sambódromo. Era para lá que se voltavam todas as atenções e, por isso, o meu querido bolso disse ‘não’. Afinal, são 200 bagatelas para entrar, incerta de que seria tão legal quanto nos blocos.

Então, aproveitei o dia para curtir os bloquinhos. Ah! Esses valem tanto a pena! Abro um espaço para uma matéria do Fabiano Rampazzo, do site Terra, em que fui personagem. Clica aqui para ler! 

A noite? Lapa. A Lapa cheira a boemia! Bem no centro da cidade, onde ficam os Arcos da Lapa. Palco para o samba, nos acordes vindos dos bares espalhados pelas ruas Mem de Sá, Riachuelo e Lavradio.

Também na noite, vale conhecer: Rio Scenarium, Lapa 40 Graus e Fundição Progresso. Melhor chegar cedo, pois a fila é gigante e parece não diminuir por toda a madrugada – pelo menos no carnaval. Ah, mulherada: não adianta jogar charme em ninguém para tentar furar fila. Os homens não dão espaço por medo de apanhar das esposas. Isso mesmo! Quem comanda o pedaço são elas, as mulheres-macho.

Na Fundição Progresso, me acabei no show do M-o-n-o-b-l-o-c-o! É o melhor que há!  Passando pelo Rio, não perca a oportunidade, pois o show de lá nem se compara com o que eles fazem aqui em Brasília, já que eles vem para cá com show reduzido.

Pra encerrar, então: versão original de País Tropical. Ano que vem tem mais!

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